A história de Natal iniciou-se em 1535, quando uma armada portuguesa partiu de Recife rumo a região do Natal de hoje, para expulsar os invasores franceses que ali se apossaram de terras. Somente na noite de natal de 1597, com a chegada de reforços provenientes da Paraíba e Pernambuco, os portugueses iniciaram a expulsão dos franceses, originando o nome da cidade, Natal. 

No dia seis de janeiro de 1598, dia dos Reis Magos, os portugueses iniciaram a construção do Forte dos Reis Magos, que lhe serviu de apoio na guerra contra os franceses. Como o forte fora construído inicialmente de taipa e areia acabou não resistindo à fúria do mar. Somente em 1614, sob comando do famoso arquiteto militar Francisco Farias, o forte foi reconstruído com pedras. A finalidade do aspecto estrelar do forte era de combater o inimigo por no mínimo dois cantos da construção. De 1633 a 1654 o forte e um pequeno vilarejo que se formara nas redondezas estiveram sobre o domínio holandês. No final do mesmo século o vilarejo ainda teve de resistir a Guerra dos Bárbaros, a maior revolta indígena da história do Brasil.  

Até meados do século XX Natal era somente uma pequena cidade costeira. Com o inicio da Segunda Guerra Mundial, percebeu-se a importância estratégica da cidade, devido à proximidade com a África (Cabo de São Roque, nas proximidades de Natal, é o ponto do Brasil mais próximo do continente Africano). A partir de então Natal desenvolveu-se rapidamente, e hoje a capital do Rio Grande do Norte conta com 600.000 habitantes. Aos poucos, a cidade também está se destacando entre os principais pólos turísticos do país.

 

 

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